TLE (sprites)

O que são TLEs?

Os TLEs são gerados por campos elétricos produzidos por relâmpagos com alta atividade elétrica entre a estratosfera e a ionosfera. Os TLEs que se destacam são os sprites, halos, jatos azuis e elves, representados na figura abaixo.

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Formas de TLEs. Fonte: Planet Seed

 

Live: aba Sprites/TLE

Buscando inserir cada vez mais a ciência na vida das pessoas, a Exoss implementou mais uma funcionalidade no live.exoss.org. Acessando o site, você encontrará uma aba chamada Sprites/TLE, conforme imagem abaixo. Nesta aba encontram-se todos os registros de TLEs já gravamos por nossas estações. Os vídeos destes raros eventos são fascinantes, vale a pena conferir.

REGISTROS ANTERIORES DE SPRITES

Desde o primeiro trimestre de 2014 quando os primeiros registros de T.L.E feitos no Brasil a partir de estações particulares, como o caso dos registrados pelo associado da Exoss Marco Mastria, e, consequentemente demais estações de meteoros no país, a curiosidade para este tipo de fenômeno vem aumentando. A Exoss agora conta em seu acervo on-line (live.exoss.org aba T.L.E) o primeiro registro em cores de um T.L.E ocorrido no Brasil.

ESTUDOS CIENTÍFICOS DE SPRITES NO BRASIL

O ACATMOS é o primeiro e, até o momento, único grupo na América Latina que estuda o Acoplamento Eletrodinâmico Atmosférico e Espacial, sinalizado pelos Eventos Luminosos Transientes (ELTs), dos quais os Sprites são os mais conhecidos, e pelas Emissões de Alta Energia de Nuvens de Tempestades (EAET), como os Flashes de Raios Gama Terrestres (FGTs).

De descoberta recente, os sprites em 1989 e os FGTs em 1994, os fenômenos constituem uma nova área de pesquisa estudada mundialmente. Os ELTs são emissões óticas observadas na atmosfera superior acima de nuvens de tempestade (18-100 km de altitude), geradas pela atividade elétrica dos relâmpagos dessas nuvens. As emissões de alta energia, resultantes dessa mesma atividade elétrica, são observadas do espaço, com sensores abordo de satélites, e do solo, na forma de raios gama, raios X, feixes de elétrons, pósitrons e de nêutrons; seus mecanismos de geração ainda estão em aberto.

O ACATMOS foi nucleado na Divisão de Aeronomia do INPE com apoio do projeto DEELUMINOS, financiado de 2005 a 2010 pelo Programa Jovens Pesquisadores em Centros Emergentes da FAPESP. Um total de 4 campanhas de observação bem sucedidas foram realizadas com o apoio desse projeto, com mais de 600 ELTs observados sobre tempestades no Brasil, Paraguai e Argentina. No momento o grupo participa do projeto temático CHUVA, financiado pela FAPESP. Coletamos os primeiros sprites e colaboração com o CHUVA sobre o Rio Grande do Sul na madrugada de 18-19/11/2012. Estamos também desenvolvendo o projeto LEONA: Rede Colaborativa na América Latina para a Investigação de Eventos Luminosos Transientes e Emissões de Alta Energia de Tempestades. [Fonte]

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